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Eu enfrento a vida com as mãos cheias de flores,não uso armas,apenas o amor...
( Valquiria Cordeiro )

domingo, 29 de junho de 2008

A estrela que eu te dei

A estrela que eu te dei
No meu céu resolvi passear,
E tão feliz eu fiquei,
Quando vi a estrela,
Que eu te dei...
Foi numa noite de luar,
Que á estrela avistei,
E como prova do meu amor,
A mesma estrela eu te dei...
E você emocionado,
Prometeu-me a estrela guardar,
Numa caixinha de veludo,
Para a estrela não se pagar...
E hoje depois de tanto tempo,
Passeando pelo meu céu ainda vejo,
Nos dois de mãos dadas,
E o nosso primeiro beijo...
Foi à estrela, nossa única testemunha,
A estrela que eu te dei...
Só ela estava presente,
Quando sem jeito eu te beijei.
(Valquíria Cordeiro)

"Namorados"

“ Namorados”
N amorar sempre!
A mar, amar e amar...
M omentos de amor e ternura,
O nde encontramos toda doçura,
R ealizada por nós dois...
A mor predestinado,
D ia dos namorados esperado,
O timo pra um bom agrado...
S entimentos a flor da pele.
(Graciela da Cunha/Valquiria Cordeiro)


Rosas que falam...

Rosas que falam...
As minhas rosas falam,
De coisas que preciso dizer,
Das paixões que não se calam,
De tudo que necessito aprender...
As minhas rosas falam,
Dos segredos que não sei esconder,
Das essências que exalam...
No meu anoitecer...
As minhas rosas falam,
Da vida que esta pra acontecer,
Das incertezas que partiram,
Quando minhas rosas ví nascer...
(Valquíria Cordeiro)

“Enamorada”

“Enamorada”
Cheia de charme,
Toda arrumada,
Esperando por você...
Cheia de mistérios,
Toda perfumada,
Contando os minutos,
Pra te ver...
Cheia de planos,
Toda apaixonada,
Enamorada por você...
(Valquíria Cordeiro)

“Quisera ter o dom...”

“Quisera ter o dom...”
Quisera eu ter o dom da musica,
Assim quando chegasse a aflição,
Ia eu pro piano, teclado ou violão,
Com certeza acalmaria meu coração.
Ou quem sabe ter o dom de cantar?
Assim quando chegasse a tristeza,
Era só lindas canções entoar...
Canções que de amor e beleza.
Quisera eu ter o dom da interpretação,
Desafiaria assim minha emoção,
Quando o choro insistisse em chegar...
Não cederia, interpretando risos de alegrias.
Ou quem sabe também o dom de dançar?
Assim seria mais fácil interpretar...
Eu mesma cheia de felicidades,
Dançando minhas vaidades...
(Valquiria Cordeiro))

“Plenitude...”

“Plenitude...”
O seu amor que chega...
Como água cristalina da fonte.
E percorre os caminhos
Do meu coração...
Fazendo-me acreditar que,
Tudo pode ser possível...
Preenchendo as lacunas,
Dando vida á própria vida.
E fazendo-me plena diante de você.
(Valquíria Cordeiro)

A Chuva

A chuva...
Olhando a chuva,
Sinto-me nua,
Ao meio dela,
Eu e a chuva...
Ela caindo do céu,
E eu correndo pra ela,
Correndo pra chuva,
Que se faz tão bela...
Olhando a chuva,
Sem véu...
Imagino-me nela,
A chuva que caí,
E vejo de minha janela,
É tão sublime que me apaixono,
Por ela.
Olhando a chuva,
Fico cheia de coragem,
Pra banhar-me nela,
Nessa chuva que caí,
E que de passagem,
Vejo da minha janela...
((Valquíria Cordeiro))

...Acalma-se!

...Acalma-se!
Agradar a todos é impossível,
Principalmente aqueles cujo pensamento é limitado,
E ainda possui atitudes meramente pequenas...
((Valquíria Cordeiro))

O amor e a flor.


O amor e a flor.
O namorado,
chega com a flor,
chega feliz,
cheio de amor...
e nem se dá conta,
que mataram
a flor em nome
do amor.
O amante
se gaba,
do lindo
ramalhete
de flor,
que ainda
traz um bilhete,
dizendo ser a flor,
o símbolo
do amor.
Mas como pode,
a flor morrer
em nome
do amor?
Porque dizem
que flor,
conquista o amor.
Oh! Que destino,
o da flor,
morrer pra ajudar,
viver o amor.
((Valquíria Cordeiro))

Enigma do amor.


Enigma do amor.

...Não é preciso dizer nada,
os olhares dizem tudo...
Nem tão pouco tentar entender, pois,
O coração dês vendera todos os mistérios.
((Valquíria Cordeiro))

"O Bilhete"

“Ergue-te”

Levanta-te e ergue a cabeça ao Senhor do Universo
Não temas a ausência de pessoas que não te merecem
Nesta hora pedimos ao Senhor o sucesso do outro
Te impulsione a construir o teu caminho de sucesso
Apressa-te amiga que a noite vai chegar
E temos muitos duetos a construir
A poesia é nossa aliada e nos fazem sonhar
Com amizades verdadeiras,e nas asas do vento
Entregar a inveja, não adormeça nos braços da solidão
Abre a janela e deixa entrar a luz do sol
E acorda e agarra a mão do Senhor Jesus Cristo.
Somente Ele é nosso guardião.
(Graciela da Cunha)Santa Maria - 28/06/08 – 17h:15min.
(Homenagem a minha Deusa Valquíria Cordeiro)

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Aconchego

“Amor liberto...”

“Amor liberto...”
Quando eu tive que calar meu coração,
Tive muito medo de só machucar o meu amor,
Por que calei também minha emoção,
Sufocando sem medidas minha dor...
Quando calei meu frágil coração,
Senti a saudade machucar-me,
Aumentando assim minha paixão,
Fui tentando sem razão ausentar-me...
Quando meu coração já estava mudo,
Tudo sentia, por tudo chorava e nada dizia,
Percebi que o silêncio se tornou um escudo,
Que me fez sofrer mais que eu já sofria...
Quando meu coração cansado,
Pediu-me pra falar eu decide deixar...
Foi então que tudo se firmou,
Meu coração se entregou...
A doce magia de amar e aceitou...
O amor que a vida enviou-te,
E nunca mais precisou mudo ficar,
Percebeu que quando se ama,
Temos que falar...
E se preciso for até gritar!
Ao mundo esse amor...
(Valquiria Cordeiro)

“Anjo meu...”

“Anjo meu...”
Chegaste de mansinho
Enchendo-me de amor
Fizeste seu ninho...
Em meu coração.
Tocaste minha alma
Fazendo-me sua...
Trouxeste-me a calma
Da imensidão da lua।
Anjo meu...
Guardião dos meus dias,
Ao seu lado só tenho alegrias।
Amor meu...
Vida da minha vida
Meu porto seguro
Minha guarida।
Chegaste de mansinho
E cheio de carinho
Ganhaste todo o meu amor।
(Valquíria cordeiro)

Saudades que dói...


Saudades que dói...

Hoje amanheceu chovendo,
E a saudade apossou-se de mim...
Deixou meu coração sangrando,
Numa tristeza sem fim.

A chuva que caí lá fora...
E aqui dentro é meu peito chora.
Um choro sem medida,
Por não conseguir esquecer...
A nossa despedida.

Tento desviar meu pensamento,
E curar de vez esse sofrimento,
Mas não tem jeito!
Essa dor continua no meu peito.

Então peço aos céus pra parar essa chuva,
Quem sabe assim...
Pare de chorar aqui dentro de mim.
E eu comece a sorri_Enfim!

(Valquíria Cordeiro)

“Docemente...”

“Docemente...”
Eu não quero explicações,
Quero mais é perder-me,
Nas contradições dessa paixão...
Preciso seguir em frente,
Encontrar-me ao meio,
Desse labirinto de emoções...
Quero sentir tudo!
Sentir docemente meu coração sorrir...
De tanta felicidade.
(Valquíria Cordeiro)

“Teus olhos...”

“Teus olhos...”
Castanhos da cor de mel
Pedaço do meu céu,
Luz que ilumina,
Sem véu...
Seus olhos que se fixa nos meus,
Meu olhos dentro dos teus,
Sua alma dentro de mim
E eu sua até ao fim...
Castanhos da cor de mel,
Brilhantes como estrelas,
Estrelas do meu céu...
(Valquíria Cordeiro)